Estudei o mercado, escrevi planos de negócios e li dezenas de livros sobre empreendedorismo. Mas foi só quando comecei a agir, errar e a tentar outra vez, que realmente aprendi a empreender. A teoria dá-nos mapas, só a prática nos ensina a andar.
Atualmente, as fronteiras económicas, sociais e tecnológicas são cada vez menos visíveis, tornando o mundo mais interligado do que nunca. O que acontece noutro país, seja uma crise, uma inovação, uma mudança política ou uma nova tendência de consumo, pode ter um impacto direto nas empresas no nosso país.
Sou empresário em Portugal desde os 18 anos. Comecei cedo, com aquela mistura de ousadia e ingenuidade que, muitas vezes, é o que separa a ideia da ação.
O empreendedorismo destaca-se como um dos principais motores do desenvolvimento social, impulsionando a criação de empregos e promovendo a inovação.