Estudei o mercado, escrevi planos de negócios e li dezenas de livros sobre empreendedorismo. Mas foi só quando comecei a agir, errar e a tentar outra vez, que realmente aprendi a empreender. A teoria dá-nos mapas, só a prática nos ensina a andar.
Atualmente, as fronteiras económicas, sociais e tecnológicas são cada vez menos visíveis, tornando o mundo mais interligado do que nunca. O que acontece noutro país, seja uma crise, uma inovação, uma mudança política ou uma nova tendência de consumo, pode ter um impacto direto nas empresas no nosso país.
Vivemos numa era digital marcada por novos desafios e oportunidades, que está a transformar profundamente a sociedade em várias dimensões, sobretudo no mundo do trabalho. Estamos a atravessar um período…
Sou empresário em Portugal desde os 18 anos. Comecei cedo, com aquela mistura de ousadia e ingenuidade que, muitas vezes, é o que separa a ideia da ação.
Portugal entrou pela primeira vez no top 10 dos ecossistemas de startups mais inovadores da Europa, segundo o ranking Europe’s Leading Start-up Hubs do Financial Times.
Estamos a viver um momento histórico na humanidade, a inteligência artificial (IA) tornou-se uma realidade que molda o presente e redefine o futuro. Nos últimos anos, os avanços neste campo ultrapassaram todas as expectativas, transformando a forma como trabalhamos, aprendemos, criamos e interagimos com o mundo.
Para além dos conflitos armados, travamos hoje uma guerra invisível, a das fake news. Esta luta pelo controlo da informação espalha-se pela Internet e tem consequências reais.