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Fazer futurologia é sempre uma tarefa muito complexa e desafiante, principalmente numa sociedade em plena e rápida transformação tecnológica.

Em Portugal vive-se uma crise energética devido à greve dos motoristas de matérias perigosas e de mercadorias que está a paralisar o país e a ter consequências graves para a nossa economia e a gerar um alarmismo crescente, muito por causa da dependência actual da nossa sociedade por combustíveis fósseis.

Dessa forma é o momento ideal para falar sobre energias inovadoras renováveis elétricas, uma temática cada vez mais abordada que faz parte da nossa evolução tecnológica.

Actualmente a nossa dependência por combustíveis fósseis é muito elevada, sinal disso são as consequências geradas por greves deste tipo de profissionais em toda a economia, principalmente na mobilidade das pessoas e bens. No futuro este panorama vai mudar devido as soluções elétricas que estão a ganhar notoriedade no mercado e a serem competitivas.

A mobilidade das pessoas e bens está perante uma mudança de paradigma, desde a eletrificação à partilha de veículos, automação e colectividade. Faz parte da evolução da sociedade e é resultado daquilo que a atual tecnologia permite. Exemplos desta transformação são as trotinetes elétricas partilhadas que são uma realidade em várias cidades por todo o mundo e os automóveis autónomos que são usados em diversas cidades como meio de transporte colectivo.

O futuro passa por a eletrificação dos vários meios de mobilidade actuais, para além dos automóveis e motas, o transporte colectivo vai talvez ser o mais destacado devido à crescente tendência de partilha existente da sociedade, onde em vez de se possuir um veiculo, escolhe-se partilhar, de forma a vivenciar várias experiências.

A eletrificação da mobilidade será parte fundamental na diminuição das emissões do parque automóvel actual. A par da eletrificação, tudo o que sejam alternativas aos combustíveis fósseis, deverá merecer grande destaque no futuro. Até 2030 as emissões de CO2 dos automóveis ligeiros de passageiros terão que ser reduzidas em 37,5% a partir das metas impostas para 2021 (95 g/km). Um forte motivo para que a industria se adapte às soluções elétricas.
O futuro é elétrico e cada vez mais sustentável e com soluções inovadoras de mobilidade e partilha, onde se vai dar mais importância à experiência do que à propriedade.